Preços do milho futuro caem até 1,17% na B3 e recuam 1,01% em Chicago nesta quinta
Cotações do milho futuro caem nas bolsas brasileira e americana, com desvalorizações de até 1,17% na B3 e 1,01% em Chicago.
O dólar sobe contra o real enquanto BC pausa cortes de juros e mantém Selic em 13,75% em meio a preocupações com inflação e política econômica
Na quinta-feira, o dólar à vista subiu 0,67% e fechou a R$5,4876 em contexto de incerteza dos investidores sobre a condução da política econômica no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar futuro para dezembro também operou em alta de 0,58%, negociado a R$5,5180 na B3.
Na noite de quarta-feira, o Banco Central manteve a taxa Selic inalterada em 13,75%, decidindo pausar o ciclo de cortes de juros após cinco reduções consecutivas de 0,25 ponto percentual. A decisão foi unânime entre os membros da diretoria.
A autarquia sinaliza preocupação com inflação mais elevada nos próximos anos e apontou para um cenário desafiador na política monetária. Analistas da XP projetam que a Selic permanecerá em 13,75% até o final do próximo ano, apesar das incertezas globais e locais.
Dados divulgados mostram que a produção industrial brasileira caiu 0,8% em setembro ante agosto, resultado pior que a expectativa de queda de 0,2%. Essa foi a pior performance para setembro desde 2022. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, ressaltou que os juros altos no Brasil prejudicam todos os setores econômicos.
O presidente Lula fará pronunciamento televisionado no domingo para reafirmar compromisso com a disciplina orçamentária. No mercado internacional, o dólar operava em leve alta após forte queda impulsionada pelos resultados das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.
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Cotações do milho futuro caem nas bolsas brasileira e americana, com desvalorizações de até 1,17% na B3 e 1,01% em Chicago.
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